quinta-feira, novembro 10

Alélé & Tanónó


Porque esta imagem vale por mil palavras... Eis a minha carta de amor, Tânia. Já te disse que fiquei feliz por saber que agora te tenho por cá? Apesar de ser a última a saber e de, mesmo assim, ter sido uma surpresa total!

quarta-feira, novembro 9

Fala bem de mim, pediu ela.


Estava a queixar-me (gosto de me queixar. Faz parte de mim... há quem goste de jardinagem, ou de origamis, música alternativa... eu gosto de resmungar) que não tinha nada para postar, quando a criatura à direita na foto sugeriu em tom de súplica que falasse bem dela.
Pois bem: Sónia, és alta.
The End

Dicionários

Acrescentei dois links para consultarem dicionários. Consulto-os com frequência porque detesto ler e dar erros ortográficos. Usem-nos e sugiram outros (de Francês-Francês, ou Português-Francês e vice-versa, por exemplo).

terça-feira, novembro 8

Sugestão

Passem uma vista de olhos pela página do Centro de Média Independente de Portugal que apresenta uma alternativa informativa válida, baseada no livre pensamento e publicação aberta. Aqui fica um excerto de um dos textos fundacionais:

"Pretende-se, portanto, com este texto, não apenas a apresentação de uma nova forma de mostrar o que nos move, mas, acima de tudo, lançar um apelo para quem, como nós, acredita que a realização voluntária, colectiva e horizontal de um meio de informação é, ao mesmo tempo, uma machadada nos paradigmas actuais e uma experiência de trabalho num mundo em transformação. Um apelo para que se juntem a esse mundo, para que se povoe de gente e, portanto, de novas possibilidades de ser melhor. "

segunda-feira, novembro 7

O Thiago mostra-me sempre coisas boas

Se tu viesses ver-me...

Se tu viesses ver-me hoje à tardinha,
A essa hora dos mágicos cansaços,
Quando a noite de manso se avizinha,
E me prendesses toda nos teus braços...

Quando me lembra: esse sabor que tinha
A tua boca... o eco dos teus passos...
O teu riso de fonte... os teus abraços...
Os teus beijos... a tua mão na minha...

Se tu viesses quando, linda e louca,
Traça as linhas dulcíssimas dum beijo
E é de seda vermelha e canta e ri

E é como um cravo ao sol a minha boca...
Quando os olhos se me cerram de desejo...
E os meus braços se estendem para ti...

Florbela Espanca
Obrigada por me dares a conhecer este poema.

sexta-feira, novembro 4

Covilhã

(momento de luxúria: mamilos ardentes, álcool, tabaco, dança)

(adoro que me tirem fotos, sobretudo quando acabei de acordar. Tive sorte, fiquei na melhor cama da casa! Com direito a cobertores e tudo.)
(A Sara, minha amiga do peito e eu, num momento alto da noite; perguntei discretamente às meninas se tinham pensos ou tampões, e a Sara lembrou-se de GRITAR que tinha, abanar o penso, enquanto sorria angelicamente. Corei até à ponta dos cabelos)

(Érica a fazer figura de parva. O padrão e cores da camisola que veste é igual aos dos Franz Ferdinand neste clip. Não se nota porque a Sónia é uma péssima fotógrafa.)


(meninas da vida airada - Vera, Érica, Sónia - no Espaço Covilhã, ex Amo-te Covilhã)


(meninas da vida airada de novo, no mesmo espaço, onde servem Martinis a 2€. Demos cabo do stock)

(sem comentários)


O último fim-de-semana foi passado na Covilhã e resume-se a um enorme "brrr...". Voltei de lá com uma constipação, frio nos pés e boas recordações, verdade seja dita. Tentámos ver a serra da Estrela, mas o nevoeiro e piso escorregadio não nos permitiram grandes aventuras...

Obrigada

A propósito do meu último post:

Não estou triste, nem nada que se pareça. Só não estava com vontade de postar... e o que vem a ser isto? Vou passar a citar comentários ao meu silêncio :

"isso é da ranhoca!"
"cala-te! ", seguido de um "ya! 1,2,3 já!"
"Calada é que dizes algo de jeito!:P "
"podes-me escrever uma carta de amor. "
"Este blogue precisa de mais érica, pá! Só assim é que isto melhora! 8) "

Quero agradecer a todos o vosso apoio incondicional. Graças a vocês, postarei até que os dedos me doam! Sobre qualquer coisa. O ciclo de vida do musgo, por exemplo. Tudo só para não ter de ler mais barbaridades destas.

quarta-feira, novembro 2

Silêncio

Não me apetece escrever.

quinta-feira, outubro 27

Constatações - parte II



A beleza é efémera.

quarta-feira, outubro 26

Constatações


Este queixo... é lindo. Aliás, esta rapariga é linda.

terça-feira, outubro 25

Piadas do meu antigamente

Estava a conversar com a Érica e acabámos por trautear uma música ("voltei, voltei, voltei de lá..." lembram-se?) do Dino Meira, que faleceu há alguns anos... Recordo-me de uma anedota dessa altura. Vou já avisando que é de mau gosto...

- Qual foi o último dinossauro na Terra?
- Dino Meira.

sexta-feira, outubro 21

Músicas que nos fazem sorrir

The moment I wake up
Before I put on my makeup
I say a little prayer for you
While combing my hair, now,
And wondering what dress to wear, now,
I say a little prayer for you

Forever, forever, you'll stay in my heart
and I will love you
Forever, forever, we never will part
Oh, how I'll love you
Together, together, that's how it must be
To live without you
Would only be heartbreak for me.

I run for the bus, dear,
While riding I think of us, dear,
I say a little prayer for you.
At work I just take time
And all through my coffee break-time,
I say a little prayer for you.

Forever, forever, you'll stay in my heart and
I will love you
Forever, forever we never will part
Oh, how I'll love you

Together, together, that's how it must be
To live without you
Would only be heartbreak for me.

My darling believe me,
For me there is no one But you.

Dias de chuva



Gosto de chuva, quando estou em casa, enrolada num cobertor... De resto, irrita-me... porque os carros passam por cima das poças, porque é desagradável andar de transportes nessas alturas (o ar fica saturado de vapor de água, as pessoas tossem, espirram e não podemos abrir as janelas...). Quero bom tempo.

Até já, Vanessa!

(eu, Vanessa, Lu)
Ontem foi o jantar de despedida da Vanessa, que está neste momento a regressar ao Brasil mas promete voltar... Esperamo-la com saudades. Deixo aqui uma foto que me lembra sempre os bons momentos que vivemos neste verão. Como não gosto de despedidas... Até já, Vanessa!

quinta-feira, outubro 20

Guloseimas

Apetece-me passar pela casa da família Cacao para degustar queijos e vinho. Quando penso em guloseima, imagino isto. Não me tentem conquistar com doces!

quarta-feira, outubro 19

Martini Bianco


Senhores e Senhoras proprietários de estabelecimentos "da noite". Eis como se serve um Martini Bianco, ok? Espero não ter de me repetir...!

terça-feira, outubro 18

A propósito de coisas preferidas...

Raindrops on roses and whiskers on kittens,
bright copper kettles and warm woolen mittens,
brown paper packages tied up with strings,
these are a few of my favorite things.

Cream colored ponies and crisp apple strudels,
door bells and sleigh bells and schnitzel with noodles.
Wild geese that fly with the moon on their wings.
these are a few of my favorite things.

Girls in white dresses with blue satin sashes,
snowflakes that stay on my nose and eyelashes,
silver white winters that melt into springs,
these are a few of my favorite things.

When the dog bites, when the bee stings,
when I'm feeling sad,
I simply remember my favorite things,
and then I don't feel so bad.

do musical "Música no Coração"

Estratégias

Mangas compridas que dão para tapar as mãos, sweatshirts com laços, anéis entrelaçados; o telemovel e guardanapos de papel. São algumas das minhas coisas preferidas para brincar quando não estou à vontade. e mexo tanto no cabelo que até mete dó!

segunda-feira, outubro 17

Fim-de-semana

(as minhas meias)
(apresentação da missão)
(sopa maravilhosa)
(a minha equipa em plena acção)
(eu agarrada ao telemovel, as usual)
(os benfiquistas do grupo)
(saturday night)
(o grupo)

Resumo resumido do weekend: Sexta feira - tive o azar de trazer no saco o cinto e as meias roxas-horriveis-compradas-no-chinês-pela-minha-mãe porque não tive tempo de as colocar na mala. A minha chefe encontrou-as e fez o favor de tirar fotos que neste momento circulam na rede interna da empresa. Agradável, não é? Quando chegámos lá, explicaram-nos a missão, que consistia em desactivar um vírus. Tínhamos 24 horas para resolver o problema e no decorrer desse tempo receberíamos pistas. A noite foi frustante porque estávamos cheios de vontade de sair mas ao que parece, às 3h da manhã, em Outubro, e em Tavira, não há nada aberto...

Sábado - a manhã foi complicada, porque os rapazes do grupo divertiram-se na noite anterior não deixando ninguém dormir... ouvi algumas reclamações de hóspedes do barulho que fizemos na noite anterior... cof... sem comentários...! andamos de jipe e de barco na Ria Formosa, durante o dia; à noite, durante o jantar, lá resolvemos o enigma; a minha equipa foi a ultima a fazê-lo. Depois de cumprida a obrigação, fomos sair até às tantas.

Domingo - a manhã foi para descansar, levámos uma eternidade para almoçar e a seguir rumámos para Lisboa.

Não gostei: das melgas; das picadas das melgas; da presença constante das melgas; do mau cheiro - acho que qualquer coisa apodreceu em Tavira e ainda não conseguiram descobrir o que foi; do motorista que nunca queria levar-nos a lado nenhum; de acordar cedo; de comer tanto peixe...

Gostei: do convivio; De andar de jipe e de barco, de conhecer Tavira; de não ter de pagar nada!


sexta-feira, outubro 14

No ano passado foi assim...



Estou de partida para um fim-de-semana mistério, organizado pela empresa. A única coisa que se sabe é que vai ser radical. Sinceramente, não estou com vontade de pular, correr, remar, pedalar e afins. Mas uma vez lá, que remédio terei eu...!

quinta-feira, outubro 13

Anéis


Esta é a minha aliança, e simboliza a união entre mim, a minha mãe e a minha irmã.

quarta-feira, outubro 12

Politicamente correcto

Desde a altura em que a parede foi violentamente contra o meu pé, muito aconteceu... Criei uma personagem, o Valdemiro, que carinhosamente apelido de meu preto obeso. Ocupa a cama toda, queixa-se a toda a hora e está sempre comigo.

E tudo isto me fez lembrar termos. Termos que empregamos para classificar, diferenciar, categorizar pessoas, geralmente pessoas pertencentes a uma minoria. Distinguir, neste contexto, não me incomoda, porque não está associado a preconceito; porque à diferença não está associado um valor de superioridade ou inferioridade.


Desde pequena fui habituada a não dizer "preto", e sim "de cor"; depois cheguei à conclusão que cor todos nós temos e passei a dizer "negro" (entretanto encontrei quem me diga que o termo "negro" é discriminatório e "preto" não. Não liguei, sinceramente... acho que fizeram confusão com o inglês "nigger") . Sempre torci o nariz à palavra "preto", porque a ouvia da boca de pessoas racistas. Geralmente vinham das antigas colónias, traumatizadas pela guerra; também o oiço de uma habitante da Amadora(não é a Sónia!). E por mais que converse com ela, não a consigo fazer ver que onde ela vive poderão haver marginais daquela cor, mas na minha zona muitos são brancos, por exemplo. Que fui assaltada três vezes, por pessoas de diferentes etnias: caucasiana, cigana e negra... Que encontrei estagiários e profissionais negros que nada têm de criminoso. Eu venho de uma família de emigrantes... e sei que a emigração e marginalidade não andam de mãos dadas. Não posso apagar memórias, nem reconstruir mentalidades de outras pessoas com vivências e crenças diferentes das minhas... por ora, só valer-me do facto de vivermos numa sociedade sujeita a uma Constituição que estipula deveres e consagra direitos individuais. Já que não há aceitação, haja respeito e tolerância.

Dor e Sofrimento

terça-feira, outubro 11

segunda-feira, outubro 10

Segunda feira

Detesto segundas-feiras! a de hoje começou com uma pancada enorme no dedo mindinho do pé... (nota para mim mesma: não andar sem óculos na casa onde moro há décadas).

sexta-feira, outubro 7

Maratona


O serão de ontem foi passado a trocar sms's à velocidade de um raio. Vivam as amigas solteiras e desocupadas!

quinta-feira, outubro 6

Histórias de assombrar



(em cima, Menino da Lágrima: o original; em baixo, o da casa de Serpa)



Este quadro tem uma história. Quem no-la contou foi a Nênêzinha Fofinha (ela gosta de ser tratada assim), em Serpa. Ao que parece, em tempos existiu um pintor que vendeu a alma ao diabo, para conseguir vender os seus quadros.... passou a pintar telas de meninos a chorar, e conta a lenda que assombravam a casa dos seus compradores. Nênêzinha, acrescenta algum pormenor para o caso de me ter esquecido :)

terça-feira, outubro 4

Serpa



O fim-de-semana começou na sexta-feira. Rumámos para Serpa depois de um dia longo de trabalho... Pensei, e bem, que um fim-de-semana longe de Lisboa me faria bem. A bem dizer, a semana e o fim-de-semana não diferem em muito... são rotinas diferentes.

Lições a reter: as praias fluviais não têm lodo, mas sim "sujos". Na praia da mina de S. Domingos costumam passar música pimba nonstop, até se acabar a bateria do carro (porque há quem se dê ao trabalho de passar uma tarde na praia para deixar o volume do rádio no máximo). Os poppers que vêm como brinde no chupas do Batman dão óptimos mamilos. Serpa têm bares giríssimos. NÃO SEGUIR AS INDICAÇÕES DA ISABEL.

Não estou habituada à paisagem alentejana. Gostei das casas baixas caiadas de branco (a Sónia não achou piada. nestas ocasiões sinto-me feliz com o meu 1.60m), de ver os velhotes sentados à porta de casa, de olhos postos na televisão da sala, de ouvir sotaque alentejano na boca de jovens.

Na viagem de regresso a Lisboa, a banda sonora do Moulin Rouge, uma breve paragem para ver as estrelas, e boa conversa. Obrigada, Sónia, Inês, Isabel e Rita pela boa companhia.



Suspiros

Never knew I could feel like this
Like I've never seen the sky before
I want to vanish inside your kiss
Every day i'm loving you more than this
Listen to my heart, can you hear it sings
Telling me to give you everything
Seasons may change, winter to spring
But I love you until the end of time

Come what may
Come what may
I will love you until my dying day

Suddenly the world seems such a perfect place
Suddenly it moves with such a perfect grace
Suddenly my life doesn't seem such a waste
It all revolves around you
And there's no mountain too high
No river too wide
Sing out this song
I'll be there by your side
Storm clouds may gather
And stars may collide
But I love you until the end of time

Come what may
Come what may
I will love you until my dying day

Oh, come what may, come what may
I will love you, I will love you
Suddenly the world seems such a perfect place

Come what may
Come what may
I will love you until my dying day

"Come what may" - banda sonora do "Moulin Rouge"

segunda-feira, outubro 3

Fim-de-semana


(foto recuerdo)

Passei-o em Serpa. Não tenho tempo para o descrever, fá-lo-ei noutra altura. Ufa!

sexta-feira, setembro 30

Saudades

Muitas. da minha mãe e da minha mana. Gosto muito de vocês.

quinta-feira, setembro 29

Filmes vs Livros

AVISO: quem não leu/viu "Uma casa no fim do Mundo" , não leia este post.

Estou a ler "Uma casa no fim do Mundo", de Michael Cunningham, depois de ter visto o filme... Ontem fiz uma corrida contra o tempo; de cabeça mergulhada no livro e rodeada pelo mais absoluto silêncio, espreitava ocasionalmente para o relógio que me dizia já serem horas de dormir... quando gosto do que estou a ler, como agora, não consigo ouvir música. Na minha cabeça ecoam as vozes dos personagens, os sentimentos, uma janela que se parte... é se me sentasse para ouvir as confidências de um amigo de phones no ouvido. faz-me confusão. De uma maneira geral, coloco a música e os livros em universos paralelos, dependendo do quanto me prendem. Adiante... queria chegar à parte em que Bobby e Clare dormem juntos, por ser uma das cenas que mais me emocionou no filme. Cheguei à conclusão que a interpretei de maneira completamente diferente. A partir daí entrei no sprint final, li na diagonal para chegar a outra cena de que gostei muito e que não existe sequer no livro (aquela em que Jonathan se olha ao espelho e vê manchas). O problema está lá, mas contado de maneira diferente. Sei que uma adaptação cinematográfica de um livro não é uma réplica fiel. Diverte-me este jogo do "descubra as diferenças". Ao ver o filme senti-me uma espectadora emocionada; ao ler o livro sinto que entro dentro da cabeça das personagens.

PS - não tem nada a ver com o post. Mas sou uma mulher de palavra e pouco juízo, que não resiste a uma provocação. Pita, amo-te loucamente! lol

quarta-feira, setembro 28

Surpresas

Foi uma das surpresas mais bonitas que já vi. À beira mar, de noite, quatro tochas acesas, uma toalha no centro, espumante, bolo caseiro e compota de framboesa da avó. E amigos. Tudo organizado com muito carinho pela cara metade do aniversariante. A principio tive medo da conjugação fogo/vento; imaginava que o meu cabelo ia pegar fogo, queimaduras de terceiro grau, etc. também tinha medo que nos tomassem por uma seita qualquer. Felizmente, nada disso aconteceu.
Só me resta deixar um beijo, grande, ao aniversariante :)


Eles andem aí...



(eu, a giraça. Cassilda, a cozinheira. Erica com é, A vegetariana)

..., os vegetarianos. E conseguem que um grupo oito pessoas jante soja porque UMA pessoa é vegetariana. Até estaria disposta a reclamar, não fosse o facto de ter gostado do jantar e da companhia. É incrivel a mudança que o nosso palato sofre. Detestava sopa, bacalhau, se me falassem em peixe crú faria certamente uma expressão de nojo e desconhecia a existência de sojas, tofus e afins... Quem me viu e quem me vê!

segunda-feira, setembro 26

Há dias em que não vale a pena tirar-me fotos

Image hosted by Photobucket.com

Image hosted by Photobucket.com

Image hosted by Photobucket.com

O amor da minha vida

Depois de palmilhar esta Terra durante um quarto de século, encontrei-o finalmente... Não há palavras que consigam expressar o quanto gosto dele; quem esteve comigo desde sexta já o tocou; gosto muito, muito dele, embora demore uma eternidade a escrever uma mensagem. Aqui vai uma das primeiras fotos tiradas com o meu mais-que-tudo (blog meu, haverá pessoa mais superficial que eu?)

Image hosted by Photobucket.com

sexta-feira, setembro 23

Nem sempre me incendeiam o acordar das ervas e a estrela
despenhada de sua órbita viva.

- Porém, tu sempre me incendeias.
Esqueço o arbusto impregnado de silêncio diurno, a noite
imagem pungente com seu deus esmagado e ascendido.

- Porém, não te esquecem meus corações de sal e de brandura.

Herberto Helder

quinta-feira, setembro 22

Piercings

Nunca fui adepta... nem sequer tenho as orelhas furadas. Mas depois da noite de ontem, cheguei à conclusão que faz muito sucesso.

VOU FAZER UM PIERCING NO MAMILO!

terça-feira, setembro 20

Procuram-se

Voluntários devidamente munidos de King Kard para irem comigo ao cinema.

Não me lembro da última vez que o usei. Suspeito que o meu subconsciente recalcou a existência do cartão maravilha; tudo terá a ver com a foto surpresa que a menina do Monumental fez questão de me tirar com uma webcam - quem me conhece sabe que eu DE-TES-TO que me tirem fotos - assassinando assim o esplendor da minha beleza natural. quem olha para ali vê uma pessoa banal com cara de parva. Não sou eu.

E por falar em fotos, consultem o fotolog da Joana para verem o drama, o horror, a tragédia que pode acontecer a uma jovem que se distrai no computador e deixa uma frigideira de óleo aquecer demais. Isto é dito em tom de brincadeira, mas acabou por ser um susto valente... As melhoras para as queimaduras nos braços e mãos, pita.

Remédio para o mau humor

- trocar mensagens sem nexo e com muita piada;

- cozinhar às escuras porque a luz da cozinha fundiu (ou faz mau contacto, ainda não percebi. se bem me conheço, esperam-me muitas refeições confeccionadas às escuras até que faça alguma coisa a este respeito):

- fazer uma guerra de nicks no msn (esqueçam as food fight!);

- ter junto de nós pessoas que nos queiram bem.

segunda-feira, setembro 19

Botão off

Encerro em mim alguém que não reconheço; triste, de uma tristeza profunda, irracional, não desejada e imposta por ninguém; vagueia de vazio em vazio sem sair do mesmo sítio; não pertence a lado algum, porque parte antes mesmo de chegar. carrega a dor imensuravel de coisíssima nenhuma...

Alguém me mostra o botão off da minha cabeça?

Believe

Bravely I look further than I see
Knowing things I know I cannot be, not now
I'm so aware of where I am, but I don't know where that is
And there's something right in front of me and I

Touch the fingers of my hand
And I wonder if it's me
Holding on and on to Theories of prosperity
Someone who can promise me
I believe in me

Tomorrow I was nothing, yesterday I'll be
Time has fooled me into thinking it's a part of me
Nothing in this room but empty space
No me, no world, no mind, no face

Touch the fingers of my hand and tell me if it's me
Holding on and on to Love, what else is real
A religion that appeals to me, ohI believe in me

Can you turn me off for just a second, please
Turn me into something faceless, weightless, mindless, homeless
Vacuum state of peace

On and on and on and on and on and on and on and on
I believe in me
On and on and on and on and on and on and on and on
I believe in me

Wait for me, I'm nothing on my own
I'm willing to go on, but not alone, not now
I'm so aware of everything, but nothing seems for real and
As long as you're in front of me then

I'llI watch the fingers of our hands
And I'm grateful that it's me
Holding on and on and on and on and on and on and on and on and on and on
I believe in me

I'm willing to go on but not alone, not now
I'm so aware of everything

K's Choice - "Believe"

sexta-feira, setembro 16

As minhas meninas


(Jantar de Natal da empresa no ano passado (sim, aqui temos por hábito fazer essas "mariquices": Eu, Carla e Sónia)


Apresento-vos a Sónia e a Carla, duas meninas que têm de me aturar todos os dias, quer queiram, quer não...! Trabalhamos juntas há algum tempo, com muito gosto. A Sónia é a minha "meistra" por excelência, ensinou-me quase tudo o que sei fazer aqui, e tem a paciência de ouvir os meus desabafos e dar-me conselhos. A Carla, apesar de trabalhar aqui há menos tempo, rapidamente se tornou alguém com quem consigo conversar e trocar impressões sobre... bem, sobre tudo e mais alguma coisa, na verdade. São duas pessoas que conhecem o valor de palavras como companheirismo, e proporcionam um optimo ambiente na empresa. Tendo em conta que muitas vezes o emprego se torna a nossa primeira casa, penso que conseguem compreender a importância de trabalharmos ao lado de pessoas que nos fazem sentir bem.
Um grande beijinho para vocês

Proximidade

Posso olhar para ti, através de ti, por ti, através de ti.
Posso pôr a mão no teu peito e sentir o teu coração a bater.
Posso até ler os teus pensamentos, prever as tuas atitudes, saber o que vais dizer a seguir.
Mas nunca poderei olhar pelos teus olhos,
sentir pelo teu coração
e saber verdadeiramente o que sentes quando te toco a pele
ou como a música
ou os cheiros
se espalham pelo teu corpo.

Ouves o que nunca te disse? É porque estamos próximos.

Ana Teresa Silva

(Já postei vários textos desta autora, mas nunca agradeci quem me emprestou o livro dela, "Dizer-te":obrigada, Tânia)

quinta-feira, setembro 15

Eu cumpro sempre o que digo


Conheço alguém que vai ficar muito chateada comigo...! Paixão, tu és sempre linda, mesmo quando fazes estas caras!!

COMUNICADO


Serve o presente post para informar que a partir de agora enceitei um estilo de vida zen! Todos os amigos, conhecidos, companheiros de borga e afins estão determinantemente proibidos de me convidar para saídas à noite que se estendam para além das duas horas da manhã; de me incitar ao consumo de bebidas alcoolicas; estou disponivel para uma ida ao cinema, um serão entre amigos, passeios pela praia e coisas desse estilo...

quarta-feira, setembro 14

Lisboa
















Uma tarde (bem) passada no miradouro da Graça. Lembrei-me de levar lá a Joana, que diz sempre pouco ou nada conhecer de Lisboa (ainda tenho de te levar ao cinema Londres, vais adorar as cadeiras!). Quem me passou este gosto pela capital, pelos seus recantos, miradouros lugares típicos.. bref, quem me levou a ver Lisboa com outros olhos foi o Thiago (decididamente, hoje é o teu dia) quando me levou ao elevador de Santa Justa, passeou comigo pelos Bairros Alto e de Santa Catarina de dia, entre outras coisas. E agora dou comigo a querer que outros conheçam o encanto da cidade que já sinto ser minha. A ideia do passeio foi minha, a "reportagem fotográfica", comme d'habitude, da Pita.

Obrigada, Thiago

Este post é para ti, pelos mimos e cuidados que me deste ontem. É tudo muito fácil quando se está bem...! Fico feliz por saber que tenho tenho na pobreza e riqueza, na alegria e na tristeza, na doença e na saúde. Beijos de gratidão

PS - a comida estava óptima!

sexta-feira, setembro 9

Quase

Um pouco mais de sol - eu era brasa,
Um pouco mais de azul - eu era além.
Para atingir, faltou-me um golpe de asa...
Se ao menos eu permanecesse aquém...

Assombro ou paz? Em vão... Tudo esvaído
Num grande mar enganador de espuma;
E o grande sonho despertado em bruma,
O grande sonho - ó dor! - quase vivido...

Quase o amor, quase o triunfo e a chama,
Quase o princípio e o fim - quase a expansão...
Mas na minh'alma tudo se derrama...
Entanto nada foi só ilusão!

De tudo houve um começo ... e tudo errou...
— Ai a dor de ser — quase, dor sem fim...
Eu falhei-me entre os mais, falhei em mim,
Asa que se elançou mas não voou...

Momentos de alma que,desbaratei...
Templos aonde nunca pus um altar...
Rios que perdi sem os levar ao mar...
Ânsias que foram mas que não fixei...

Se me vagueio, encontro só indícios...
Ogivas para o sol — vejo-as cerradas;
E mãos de herói, sem fé, acobardadas,
Puseram grades sobre os precipícios...

Num ímpeto difuso de quebranto,
Tudo encetei e nada possuí...
Hoje, de mim, só resta o desencanto
Das coisas que beijei mas não vivi...

Um pouco mais de sol — e fora brasa,
Um pouco mais de azul — e fora além.
Para atingir faltou-me um golpe de asa...
Se ao menos eu permanecesse aquém...

Mário Sá Carneiro - Quase

Semana

Resumo da semana: uma pontinha de insonias, concerto da Mariza (não ouvi quase nada, mas conversei imenso com a Rita, que já não via há algum tempo), almoço com Roy (que já não via há MUITO tempo), regresso ao stress do trabalho, sushi e mais sushi (fiquei retida num restaurante japones à hora de almoço porque me esqueci da carteira... enfim), preparação para mais uma reunião da Ex Aequo com os putos da 'nha vida!

segunda-feira, setembro 5

Leve

Leve, leve, muito leve,
Um vento muito leve passa,
E vai-se, sempre muito leve.
E eu não sei o que penso
Nem procuro sabê-lo.

Leve -Alberto Caeiro

Mistinguette enrumé

Haverá maior contrasenso que estar constipada no Verão? Para mim, não! Já estou assim há duas semanas e não há sinal de melhoras...! Nariz entupido e calor são coisas que não combinam...

sexta-feira, setembro 2

Dia não

Se me oferecessem o mundo numa bandeja de prata responderia, maçada, que não me apetece, que estou cansada, que não chega...!

Porque

Porque os outros se mascaram mas tu não
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão.
Porque os outros têm medo mas tu não.

Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.

Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não.

Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos.
Porque os outros calculam mas tu não.

“No Tempo Dividido e Mar Novo” - Sophia de Mello Breyner Andresen

My ever changing moods

Daylight turns to moonlight - and I'm at my best
Praising the way it all works - gazing upon the rest
The cool before the warm
The calm after the storm
I wish to stay forever - letting this be my food
But I'm caught up in a whirlwind and my ever changing moods
Bitter turns to sugar - some call a passive tune
But the day things turn sweet - for me won't be too soon
The hush before the silence
The winds after the blast
I wish we'd move together - this time the bosses sued
But we're caught up in the wilderness and an ever changing mood
Teardrops turn to children - who've never had the time
To commit the sins they pay for through - another's evil mind
The love after the hate
The love we leave too late
I wish we'd wake up one day - an' everyone feel moved
But we're caught up in the dailies and an ever changing mood

Evil turns to statues - and masses form a line
But I know which way I'd run to if the choice was mine
The past is knowledge - the present our mistake
And the future we always leave too lateI wish we'd come to our senses and see there is no truth
In those who promote the confusion for this ever changing mood

My ever changing moods - Style Council

quinta-feira, setembro 1

(Ana) Rita


(o grupo do secundário: eu, Rita, Maria e Thiago)

Ontem foi o jantar de despedida da Rita; a Rita é minha amiga, amigona, desde o secundário, altura em que fomos colegas de carteira. Desse tempo guardamos todos boas recordações e não resistimos a recordá-las a cada vez que nos encontramos. Passados todos estes anos, continuam a fazer-nos rir e sorrir (o Thiago que caía contantemente das escadas, as gargalhadas que dávamos sempre que a prof de história dizia "penetração do homem branco no continente africano", os meus óculos de massa horrivéis, a pancada da Maria pela música "Abandonada" e tantas outras coisas). A Maria lembrou-se de trazer fotos de dessa altura e o auge da noite foi foram as nossas tentativas de simular as fotos tiradas em casa do Thiago há oito anos atrás, com a ajuda dos pais dele.

Não fosse o facto de o Zé ser boa pessoa e fazer a Rita muito feliz, não lhe perdoava levar para longe de nós a Ritinha... Torço que tudo corra bem com vocês e exijo que me dês noticias tuas e mandes muitas fotos! Gosto muito de ti e desejo-te tudo de bom :) beijos